quinta-feira, 17 de maio de 2007

JEt SET

























Primeiro fui ver ao dicionário o que significava o termo "JET SET" e encontrei o seguinte:







Jet Set (em inglês, literalmente, "conjunto de jacto").






Termo que se usa para designar, com certa conotação pejorativa, o grupo de pessoas na sociedade que tem poder aquisitivo suficiente para viajar freqüentemente de avião, especificamente de jatinhos particulares. O termo começou a ser usado por volta de 1951, quando o avião De Havilland Comet começou a operar. Assim, jet set é um termo usado para identificar a elite financeira e as chamadas "altas rodas" da sociedade de uma cidade ou país.

Em Portugal..... entende-se por jet set um subconjunto da classe alta média ou baixa de uma sociedade, geralmente muito mediática e não oriundo de famílias tradicionais da classe alta, não sendo necessário ser inteligente.

Todos os países têm o seu jet set. O jet set é uma espécie de nova nobreza. O povo gosta de os ver, gosta de saber das suas vidas pseudo-glamorosas, de saber o que vestem, onde vão, com quem vão, etc. Nessa Europa fora o jet set é entendido como criador de tendências e de modas. Em Portugal também. Com uma pequena nuance que os coloca em desvantagem quando comparados com os seus colegas europeus, em Portugal tem que vender revistas e pagar para andar em festas.


Por exemplo:













José Alberto Castelo Branco da Silva Vieira, (Tete - Moçambique, 8 de Dezembro de 1962) é uma figura do jet set português.
Lili Caneças lançou-o no modesto jet-set português.
O seu mediatismo manifestou-se através da participação num reality show da TVI, Quinta das Celebridades, juntamente com outras "celebridades", incluindo o actor brasileiro de telenovelas e filmes pornográficos, Alexandre Frota quem beijou frente às câmaras ao longo do programa.

Em Outubro de 2006 é acusado de desviar objectos de decoração e outros do Hotel Ritz em Lisboa, local onde morou durante 3 meses, período em que a sua casa de Sintra estava em obras devido ao vandalismo ali praticado.










Lili Caneças



De seu nome verdadeiro Maria Alice de Carvalho Monteiro (n. 4 de abril 1944).......

Viu-se projectada e de certa forma ridicularizada perante uma operação plástica que, segundo palavras da mesma, a tornaria mais jovem.
Recentemente, o seu ex-marido colocou um processo em tribunal para proibir Lili de utilizar o apelido Caneças. É possivelmente uma das personagens portuguesas cuja idade é mais dificil de determinar, de todos os modos é de um interesse infinito. Note-se o cadastro de operações de cirurgia plástica com que se nos apresenta.

Frases célebres
«Estar vivo é o contrário de estar morto»
«Nasci a 4 do 4 de 44 às 4 da tarde. Com uma data de nascimento assim, só podia ser uma pessoa muito especial»
«Oh Nilton, gosto tanto de ver o teu programa - o K7 pirata!» (mais tarde, confessou que não sabia que K7 é a abreviatura para cassete)
«Tudo o que o Chateaux (
José Castelo Branco) sabe fui eu que lho ensinei»
Retirado de "
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lili_Caneças"

Paula Bobone








Alcançou alguma fama através da escrita de livros sobre etiqueta e boas maneiras, como Socialmente Correcto e Profissionalmente Correcto

Paula Bobone é o exemplo vivo de um percurso de sucesso: de medíocre funcionária dos CTT a rainha da etiqueta; autora consagrada de best-sellers com direito a montra do dia na Bertrand e FNAC.

Numa recente edição da "Grande Reportagem", Bobone deixa-nos esta pérola: "Os sem-abrigo deviam assumir a sua condição".Ou ainda esta: "Gosto de me enfeitar como se fosse uma árvore de Natal a 25 de Dezembro. As portuguesas ainda têm um ar cinzento e pouco audaz."









Cinha Jardim
Maria da Graça de Sousa Pereira Jardim, (
Beira, Moçambique; 22 de Dezembro de 1956), mais conhecida por Cinha Jardim e filha de uma destacada figura dos últimos anos do Estado Novo, nunca pensou vir a tornar-se numa das mais conhecidas personalidades do jet-set português.

Mediatizou-se por um dos seus romances, o mais popular e acompanhado pelos media, foi a ligação a Pedro Santana Lopes, ex-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e ex-Primeiro Ministro. Esta união fez as delícias das revistas sociais e muito se disse sobre o final de uma relação que parecia perfeita.
Cinha Jardim tem um extenso e variado percurso "profissional": foi comentadora televisiva sobre futebol, organizou festas e eventos, apresentou talk shows entre outros. Mais recentemente, Cinha Jardim participou em dois reality shows portugueses da estação televisiva TVI: Quinta das Celebridades e Big Brother Famosos.

"A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original"
(Albert Einstein)
"O cú também"
(José Castelo Branco)

Pedro Miguel de Santana Lopes (Lisboa, 29 de Junho de 1956) é um político português, ex-primeiro-ministro e antigo presidente das câmaras municipais da Figueira da Foz e de Lisboa.
Santana Lopes é licenciado em Direito pela
Universidade de Lisboa.
Aderiu ao Partido Social Democrata Português (PSD) em 1976.
Santana Lopes mediatizou-se pela espontaneidade, fluídez de raciocínio, desembaraço argumentativo e simplicidade de comunicar - faz figura. Mais grave ainda. É das poucas pessoas públicas que fala de si, das suas hesitações, erros e fracassos com a facilidade de quem bebe um copo de água.
Sei que os portugueses adoram doutorecos de pernas cambadas e abdómens ciclópicos, de falar pomposo e verbo rebuscado.
Sei que aqui campeiam e sempre campearam jarras, jarrões e outros atavios caseiros dourados pelo elogio encomendado.
Santana Lopes - que tem mil e um defeitos - tem uma característica que me agradam:
é educado, é simpático, nunca se lhe ouve uma baixeza e está bem consigo. Talvez o segredo esteja no coração, nas paixões, no gosto pelos divertimentos que a vida oferece a quem não tem medo de ser o que é. Os outros, as raposas velhacas, cheias de ódio e frustração, medíocres pomposos, talvez tenham toda a razão em ser como são. Pudera ! Nunca tiveram "santanetes".



























segunda-feira, 7 de maio de 2007

curiosidades










































































































































































































































































































































































































































































































































As Melhores Coisas da Vida















































Um olhar especial.























Receber cartas.























Conduzir numa estrada bonita.























Ouvir a sua música preferida no rádio.























Um banho de espuma.























Uma boa conversa.























Praia.























Encontrar uma nota de € 500,00 no bolso do casaco que não usava desde o ano passado.























Rir de si própria.























Ligações à meia noite que nunca terminam.























Rir sem absolutamente razão nenhuma.























Ter alguém para lhe dizerque você é muito bonita.























Os amigos
Ouvir acidentalmente alguémfalar bem de si.























Acordar e perceber que ainda temalgumas horas para dormir.























Fazer novos amigos.























Conversar à noite com um amigo especialque não a deixa dormir.























Alguém brincar com o seu cabelo.























Bons sonhos.























Chocolate quente.























Viajar.























Dançar























Beijar na boca (Hummmm!).























Ir a um bom espectáculo.























Ter arrepios ao ver "aquela" pessoa.























Ganhar um jogo difícil.























Segurar a mão de um amigo.























Encontrar com um velho amigoe descobrir que tem coisas que nunca mudam.























Descobrir que o amor é incondicional.























Abraçar as pessoas que ama.























Ver a expressão de alguém quando lhe dá um presente que queria muito.























Ver o nascer do sol.

























Aniversário

























No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,

























Eu era feliz e ninguém estava morto.
























Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
























E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
























No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
























Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
























De ser inteligente para entre a família,
























E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
























Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
























Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
























Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
























O que fui de coração e parentesco.
























O que fui de serões de meia-província,
























o que fui de amarem-me e eu ser menino,
























O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...A que distância!...(Nem o acho...)
























O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
























O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
























Pondo grelado nas paredes...
























O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhaslágrimas),
























O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
























É terem morrido todos,
























É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
























No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
























Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
























Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
























Por uma viagem metafísica e carnal,
























Com uma dualidade de eu para mim...
























Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
























Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
























A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
























O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —,
























As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
























No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
























Pára, meu coração!Não penses!
























Deixa o pensar na cabeça!
























Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
























Hoje já não faço anos.
























Duro.
























Somam-se-me dias.
























Serei velho quando o for.
























Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
























O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...



















































Fernando Pessoa
Aeroporto no Japão

quarta-feira, 2 de maio de 2007

O meu jardim











O Jardim (vista parcial) em Set 2007
Foto da Patrícia (minha neta)


as camélias

os antúrios

o acer



0 esquilo







os cactos (foto de Madalena)








as alegrias



amores- perfeitos


escultura

as hortênsias
























petúnias

















a oliveira com papagaios









(fotos da Filipa em Set 07)







novamente os papagaios

azáleas Set 2007









foto da Patrícia